Lilypie - Personal pictureLilypie Third Birthday tickers

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Ainda mudanças

As mudanças não foram só de casa, não!
Também teremos muitas outras, como por exemplo a escola da bonequinha :(
Ela irá na escola só até essa sexta, por causa de alguns problema$ e desde o início da semana já estou conversando com ela, explicando as mudanças, que ela ficará o dia todo com a mamãe, que irá tirar férias das tias e das amiguinhas da escola... todas essas coisas, mas confesso que meu coração está doendo.
Na segunda quando acordamos (ela estava na minha cama), ainda nem tínhamos levantado da cama quando perguntei pra ela: "Quem vai pra escolinha hoje?", mais do que depressa ela desceu da cama, pegou a bolsinha e sua bebê (que ganhou no dia das crianças) e foi indo em direção a porta da sala e dando tchauzinho.
Acho que essa é a maior prova de como ela gosta da escola e como é bem cuidada lá.
Quando ela começou na escolinha eu chorei por uma semana, não conseguia nem trabalhar direito, era um misto de medo de alguém tratar mal, de culpa por "abandono", saudade, uma série sem fim de motivos...
E agora estou eu aqui novamente com o coração partido, por ter que tirá-la da escola.
Mas assim que for possível, ela voltará.
Hoje só vim mesmo aliviar meu coração de mãe.

"Ah sim, vou fechar o blog com senha, então preciso que me mandem um e-mail para que eu possa mandar o convite pra vocês. Espero que continuem nos visitando. Só vamos fechar por que temos muitas fotos da Aninha aqui e vou me sentir mais segura sabendo que só os nossos amigos é que nos lêem.
Não esqueçam de mandar os e-mails:
cintiaalexandre@yahoo.com.br
Beijo"

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Primeiro ano de vida

Olá!
Olha gente, ainda estamos no meio da bagunça da mudança, mas quero que vocês vejam o vídeo que fizemos pro aniversário da Aninha. É uma retrospectiva do seu primeiro ano de vida.
Particularmente eu amei!!!
Espero a opinião de vocês também.
Beijo.
*O vídeo nós passamos antes dos parabéns na festa.
*Essa foto foi a lembrancinha que foi presa num porta recados da moranguinho. Ficou lindo!

*Fotos da festa:

Não esqueçam de deixar os comentários...

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mudança

Olás!!!
Olha gente, nós estamos de mudança. Casa nova, êêêê!!!!
Mas devemos ficar sem internet e sem tempo também por alguns dias, assim que tudo voltar ao normal,voltamos com mais fresquinhas da Aninha, que aliás está sapequinha!
Beijos

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Ser mãe!

Confesso que não costumo nem mesmo ler estas mensagens prontas e enooormes, mas está me chamou a atenção e pôde explicar exatamente o que tenho vivido nestes últimos 13 meses.
Se você tiver paciência leia, que é muito bom.
Beijinhos


“Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz meio de brincadeira.
'Você acha que eu deveria ter um bebê?'
'Vai mudar a sua vida', eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.

'Eu sei,' ela diz, ' nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer.

Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela.
Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos.

Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: 'E se tivesse sido o MEU filho?'
Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar.

Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estilizo e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote.

Que um grito urgente de 'Mãe!'
fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.

Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.

Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais será rotina.
Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema.
Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando o banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma.
Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho.
Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa.

Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho.
Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente e por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.

Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez.

Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer.
O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente.

Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.
Este presente abençoado de Deus, que é ser


Mãe.”


Estamos voltando

Ai que saudade, mas estamos nos preparando pra reassumir nosso cantinho, com muitas novidades e muitas sapequices da minha pequena, que agora já nem é tão pequena assim, né!
Só pra deixar vocês com água na boca, vou deixar uma foto linda dela.
Muitos beijos com muita saudade.

Papai, Mamãe e Eu na minha primeira festa junina na escola.

domingo, 26 de agosto de 2007

Sem muito tempo

Estou sem muito tempo para postar, mas coloquei fotos lindas no nosso álbum, espero as visitas lá.

http://cintia.barbosa.nafoto.net/

Beijinhos

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Pais maus!

O texto abaixo foi entregue pelo professor de Ética e Cidadania da escola Objetivo/Americana, Sr. Roberto Candelori, a todos os alunos da sala de aula, para que entregassem a seus pais.
A única condição solicitada pelo mesmo foi de que cada aluno ficasse ao lado dos pais até que terminassem a leitura.

PAIS MAUS
(Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra)

“Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: - Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

-Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

-Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.

-Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

-Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

-Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

-Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).

Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:

“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo...As outras crianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.

“Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata”!

“Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar)”.

“Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência.

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime”.

“FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!”
“Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como eles foram. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO HÁ PAIS MAUS SUFICIENTES”!


Uma mensagem em homenagem ao dia dos pais.
Esperamos ser pais maus para a nossa pequena e nossos pequenos!
É o que desejamos a todos os pais e mães! Sejam maus!
Amor, feliz dia dos pais desta GRANDE (e linda) FAMÍLIA!!!